quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O apagão passou. Mas, quando vai clarear?

Ai, ai, meu Deus
Tenha pena de mim
Todos vivem muito bem
Só eu que vivo assim
Trabalho, não tenho nada
Não saio do miserê
Ai, ai, meu Deus
Isto é pra lá de sofrer

(trecho de Tenha Pena de Mim, de Babaú da Mangueira e Ciro de Souza)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O comandante da última batalha

Em Taboão da Serra já vi vereador e prefeito darem nomes de bandidos para ruas, medalhas de honra cívica a processados criminalmente, etc... Até título de Cidadão a quem jamais fez pôrr porcaria nenhuma pelo município.
O que nunca vi nem li ou ouvi foi qualquer uma dessas desautoridades dar voto de louvor ao ilustre morador da cidade: cardeal dom Paulo Evaristo Arns. Como eu já disse há quase dois anos aqui, logo após aposentar-se em 1996, quando completou 75 anos, o ex-arcebispo de São Paulo veio morar em uma casa de repouso em Taboão da Serra.
Com 88 anos completados em setembro, hoje dom Paulo Evaristo Arns se dedica à tradução de textos de Santo Agostinho.
Mas mantém-se antenado e combativo na vida nacional. Você não viu nenhum político taboanense abrir a boca contra os recentes escândalos federais. Mas, daquela casa de repouso de Taboão da Serra partiu um telegrama indignado. Dom Paulo
não se calou diante do que chamou “corrupção inacreditável do Senado”.

A batalha final
Quando cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns transformou a praça e a catedral da Sé em trincheira contra a ditadura militar.
Em 1979, sem levantar suspeitas um grupo de ativistas liderados por dom Paulo Evaristo Arns copiou toneladas de processos do Superior Tribunal Militar. Durante seis anos catalogaram mais de um milhão de páginas com denúncias de tortura sofridas por presos políticos. Deste montante, selecionaram 6.891 páginas de documentos, e o resumo desta batalha surda foi publicado no livro
Brasil: Nunca Mais.
A obra foi imediatamente censurada pelo militarismo então moribundo. Mas circulou clandestinamente, até ser lançada em 1985.
Os bastidores deste combate silencioso e quase invisível - e a escaramuça com que os milicos tentaram se defender - são contados pelo repórter Lucas Figueiredo em
Olho por Olho.

Com todos os valores morais que dom Paulo revela em sua trajetória, acho até bom que nenhum político de Taboão da Serra queira fazer média estendendo-lhe quaisquer honrarias. Sua biografia não merece esta mancha.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

ATUALIZAÇÃO

Os detalhes da operação policial da postagem abaixo estão na edição de hoje da Folha Online.
Leia e estremeça.
O assunto também repercutiu no SPTV.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Uma "boca" a menos em Taboão da Serra, da maconha, da cocaína, do crack...

Sete traficantes foram pra jaula na manhã de hoje em Taboão da Serra.
Entre os bandidos presos, um policial militar – ou melhor, um criminoso com farda e identificação de PM. Ele foi despachado para o Presídio Romão Gomes.
No ato da prisão, a Polícia apreendeu: maconha, cocaína, crack e uma pistola 9mm com 50 balas do mesmo calibre.
Também foram recolhidos R$ 10 mil em grana viva e o caderno de contabilidade destes célebres comerciantes da morte.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Coisas de Taboão da Serra...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Um palco e 3 cabras da peste

Estréia logo mais às 8h da noite de hoje mais uma temporada da peça Como Nasce um Cabra da Peste. A montagem é da Cia. Lítero-Dramática Martins Pena, e acontece no Espaço Cultural Encena.
Vão ao palco Adriana Abreu, Clayton Novais e Luiz Domingues, que também assina a direção geral.
O espetáculo escrito por Altimar Pimentel tem como ponto de partida o livro de mesmo nome do etnógrafo Mário Souto Maior. A trama gira em torno do nascimento de uma criança no sertão nordestino. Os personagens se movem entre as crendinces e magias medicinais que envolvem o acontecimento.
Cabra da peste – homem ou mulher – é quem escapou de morrer no miserento nordeste brasileiro, seja por fome, doença ou “morte matada”. Cabra da peste é a Vida teimosa no agreste espoliado pelo coronelismo, depois desprezado por Fernando Henrique e hoje manipulado por Lula aliado de Renan-Sarney-Collor.
Gente de fibra
Altimar Pimentel foi jornalista, pesquisador, autor e diretor teatral. Morreu em fevereiro de 2008 aos 71 anos, por complicações nos rins. Tinha raízes ancestrais com a cultura nordestina. Sua mãe Maria das Neves foi a primeira mulher a escrever e publicar folhetos de cordel. Ele levou o nordestino ao palco não como comédia gratuita, de fazer gracinha pra sulista besta. O sertanejo está nas peças de Altimar com altivez, pleno da sua dramaticidade, mas também com a velhacaria e bom humor necessários a quem sobrevive naquele inferno.
O ator e diretor Luiz Domingues eu conheço desde 1999. Não nos comunicamos muito – nos trombamos pelaí vez em quando. Mas o reconheço e o respeito como um brigador pela cultura nos subúrbios.
Não conheço ainda o Espaço Cultural Encena. Mas já gosto do nome pela homofonia com o ato de encenar e estar em cena. Você encontra a ficha técnica e fotos de Como Nasce um Cabra da Peste no
blog da Flávia D'Álima.
A platéia comporta apenas 50 pessoas. É bom você reservar lugar. A peça será encenada todas as 5ªs-feiras.
Ao Luiz Domingues, à Adriana e ao Clayton ergo meu brinde imaginário, e meus aplausos antecipados.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Dia de Jobim, noite de Jussanam

Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar...
Amanhã a capital da Islândia vai dormir embalada por canções de Tom Jobim. A cantora e atriz brasileira Jussanam Dejah vai lançar na capital daquele país seu CD com músicas do compositor.
Se você tiver dificuldade em encontrar o local do show de Jussanam, basta dizer a alguém na rua que o teatro fica na região Höfuðborgarsvæði, ao sul de Reykjavik. É moleza!
O lançamento do CD será no teatro Salurinn. É a primeira sala daquele país construída especialmente para concertos musicais. Sua acústica perfeita torna-o o espaço mais disputado por músicos de todas as tendências.
Para estrear seu CD neste importante centro cultural, Jussanam conta com o apoio da prefeitura local. O teatro Salurinn fica em Kópavogur, o segundo maior município da Islândia. A cidade situa-se em uma elevação próxima à capital Reykjavik. O nome Kópavogur significa “baía dos bebês focas”. É predominantemente residencial, mas também com forte atividade comercial e industrial.

Ela é Carioca
Fascinada pela obra de Tom Jobim, Jussanam Dejah vivia “sonhando, sonhando mil horas sem fim” com o momento de lançar seu CD. Ela vai cantar a partir das 20h30 acompanhada por Haukur Gröndal (saxofone), Asgeir Asgeirsson (guitarra), Erik Qvick (bateria) e Thordur Högnasson (contrabaixista que tocou com a aclamada Björk).

Amanhã à noite meu pensamento vai voar para o centro de Reykjavik, e embarcar num ônibus da linha S1 ou S2. Dali a 10 ou 15 minutos vou descer na Rua Hamraborg, número 6, adentrar ao teatro Salurinn, e com a alma lavada erguerei um brinde imaginário a Jussanam Dejah, garantindo a esta fantástica brasileira que tudo seria melhor “se todos fossem no mundo iguais a você”.





Detalhe da fachada do teatro Salurinn, inaugurado em janeiro de 1999

Teatro Salurinn é a melhor casa de espetáculos da Islândia

Tudo o que já publicamos sobre Jussanam
aqui

terça-feira, 20 de outubro de 2009

... e ainda prendem ladrões de galinhas...

Vereadores de Taboão da Serra devolvem aos poucos o que engoliram numa só bicada.
Um brinde ao repórter Allan dos Reis.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Ôôô!, Adele...

Os gringos de Hollywood inventaram a frase “Nunca houve uma mulher como Gilda”, para um filme com Rita Hayworth.
Cascata.
O que nunca houve foi uma mulata feito Adele Fátima.
Em Histórias que nossas Babás não Contavam, Adele Fátima é a colossal Clara das Neves, envolta a sete anões pra lá de safados.
Agora uma cervejaria australiana tá de sacanagem com uma nova
versão erótica de Branca de Neve. Devia ser processada por plágio.
Em 1979, Anibal Massaini Neto bolou um roteiro delicioso, dirigido por Oswaldo de Oliveira com diálogos de Ody Fraga. Para fugir das garras da rainha má que quer matá-la, Clara das Neves (Adele Fátima) se refugia na floresta. A madrasta manda um caçador eliminá-la. Logicamente, o Caçador (Costinha) sugere salvar a fugitiva, desde que a moça lhe conceda... hmmm... uns “favores”. Clara das Neves foge novamente, até encontrar uma choupana onde vivem sete anões.
Os homúnculos se fartam com a nova hóspede, para desespero do anãozinho bicha que antes fazia este tipo de “serviço” da casa.
É um crime não ter ainda em DVD cenas como
esta aqui onde Clara das Neves prova para um nanico que tamanho etc. e tal.
E está para sempre tatuada na minha retina o momento onde Clara das Neves/Adele Fátima banha suas gostosuras numa
banheira de espuma.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Prefeito de Taboão não coíbe barulheira

Se você gosta de perturbar o sossêgo dos outros com o som alto do seu carro, seu lugar é em Taboão da Serra. Da Serra e da barulheira.
Não há, ainda, um programa municipal de contenção à poluição por equipamento sonoro automotivo. Não me refiro aos trabalhadores que divulgam seus produtos em carros de som. Falo dos funkeiros, tocadores de pagode e músicas forronejas que infestam a cidade com a potência dos seus alto-falantes. Eles param em qualquer lugar, arreganham seus porta-malas entupidos de caixas de som, como se fosse um enorme esfíncter a despejar merda sonora sobre quem quer que seja.

Bons exemplos
Pelo Brasil afora, várias cidades apertam o cerco aos provocadores barulhentos.
Vejamos iniciativas de lugares onde algumas autoridades taboanenses nasceram.
Na Paraíba onde Evilásio nasceu, a Câmara Municipal de João Pessoa aprovou lei proibindo “equipamentos de som em porta-malas de veículos estacionados ou em movimento num raio de 1,5km de distância de bares, restaurantes, lanchonetes, teatros, casas de cultura, eventos públicos de cultura, casas de shows, hospitais, creches, escolas, igrejas”. Além do 1,5km pode-se usar equipamento de som até o limite de 60 decibéis. O Contran permite som automotivo até 80 decibéis a 7m do veículo, mas os parlamentares paraibanos arrocharam ainda mais. Em Goiânia (GO) o limite é de 45 decibéis. Em Embu das Artes, o prefeito Chico Brito pretende aplicar a recomendação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (NBR 10151) que fixa este teto em 55 decibéis.
O principal conselheiro político de Evilásio veio do Piauí, na região Nordeste do Brasil. Naquela região, a Prefeitura de São Luis do Maranhão colocou sua Secretaria de Trânsito ao lado do Ministério Público e da Polícia Civil para apreender veículos com som alto. Os motoristas perturbadores do sossêgo pagam multas de R$ 5 mil até R$ 50 mil, sujeitos a cadeia de 15 a 90 dias.
O Ouvidor da Prefeitura de Taboão da Serra é de Alagoas. No interior daquele Estado, o Defensor Público de Arapiraca recomendou à Polícia Militar a apreensão “de todo e qualquer equipamento eletrônico sonoro em automóveis que perturbem o sossego da população”. “É preciso que seja feita a apreensão imediata do equipamento até a deliberação judicial. Pois o ato perturba o sossêgo do homem de bem de Arapiraca”, diz o defensor Othoniel Pinheiro.
O líder do govêrno na Câmara Municipal de Taboão da Serra é descendente de cearenses. No Ceará, desde 2005 uma lei estadual proíbe “veículos particulares com som em volume que se faça audível fora do carro.”

Bons exemplos não faltam. Falta agir.

Quando encaminhar denúncia contra veículos infernizadores do sossêgo, verifique que a autoridade enquadre o barulhento nos seguintes artigos:
Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei 3688/41):
Art. 42 – Perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheios:
III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;
Pena – prisão de 15 a 90 dias, ou multa.

Lei de Crimes Ambientais (Lei 9605/98):
Art. 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana.
Pena – reclusão de um a quatro anos, e multa.
Se o crime é culposo:
– detenção de seis meses a um ano, e multa.

Código do Trânsito Brasileiro:
Art. 228 - Usar no veículo equipamento com som em volume ou freqüência não autorizados pelo CONTRAN (máximo de 80 decibéis a 7m do veículo):
Infração - grave;
Penalidade – multa, perda de 5 pontos na CNH e retenção do veículo para regularização.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vereadores condenados a devolver grana

Os 13 vereadores de Taboão da Serra que exerciam mandato em 2007 estão condenados a devolver o dinheiro que receberam irregularmente, a título de “horas extras”. Não é a primeira vez que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo obriga parlamentares taboanenses a restituírem aos cofres públicos verbas recebidas ilegalmente.
Isto mesmo: legisladores de Taboão receberam grana fora da lei nos anos de 2003, 2006 e 2007.

Os 13 condenados
Parece nome de filme. Mas no cinema eram apenas 12 os condenados no filme dirigido por Robert Aldrich. O eleitor taboanense colocou mais um por conta própria.
Quem era vereador em 2003 está condenado à “restituição das importâncias pagas a maior, devidamente atualizadas pela variação acumulada do IPC/FIPE”. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado em 22 de junho de 2007.
O dinheiro embolsado por vereadores em 2006, igualmente a título de “sessões extraordinárias”, teve de ser devolvido. Segundo o blog Nos Bastidores de Taboão da Serra, “com exceção do vereador José Aprigio da Silva, que dividiu o débito em duas parcelas” os demais estão devolvendo a grana ilegal em 48 suaves prestações.

Reincidentes
Com a mais recente condenação do Tribunal de Contas, decidida na última 5ª-feira 1º de outubro, há vereadores e ex-vereadores que carregam três condenações por recebimento de verba irregular. Além de devolver os ganhos “extras” de 2003 e 2006, também estão condenados à restituição de dinheirinho “extra” recebido em 2007.
A condenação relativa ao ano de 2007 obriga cada um dos 13 parlamentares a devolver R$ 5.137,67 com a devida correção monetária.
Coincidentemente, em duas ocasiões (anos 2003 e 2007) que o Tribunal de Contas condenou políticos de Taboão a devolver dinheiro ao cofre público, a Câmara Municipal era presidida por José Luis Elói, seu atual presidente. Na condenação de 2006, o chefe do Legislativo era o ex-vereador Maurício André.
A Constituição Federal proíbe parlamentares de receberem verba por “sessões extraordiárias” – Emenda nº 50/06, de 14 de fevereiro de 2006.
Leia a íntegra da recente condenação aqui

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Um delegado na dose certa

Foto: Fabio Braga/Folha Imagem
O delegado Carlos Alberto Delaye, titular do 92º Distrito Policial no Parque Santo Antônio, zona sul de São Paulo (SP) colocou sua foto, o número da delegacia e a inscrição “Aqui o sistema é bruto” em garrafas de cachaça e vinho personalizadas que costuma distribuir entre amigos. A matéria sobre o delegado foi publicada nesta terça-feira (6) pela 'Folha de S.Paulo'. "Não era para vender. Era apenas para distribuir para os amigos", afirmou o delegado. Só falta os babacas da Secretaria da (in)Segurança Pública cismarem de embaçar com o “dotô” Delaye.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O Samba no fim da Terra

Para Rafael Oliveira Alves, músico

“Quem não gosta de samba
Bom sujeito não é”
Dorival Caymmi

(O Samba da Minha Terra)

Cheguei à Finlândia em 2 de julho, duas semanas depois do Carnaval.
Peraí, que não bebi antes de escrever!!!
O Carnaval da Finlândia acontece, mesmo, de 12 a 14 de junho, no verão europeu. Pudera: em fevereiro, com temperatura a 20 graus abaixo de zero, não dá pro povo finlandês provar que não é “ruim da cabeça ou doente do pé” (à esq. garota finlandesa passista da Escola de Samba Maracanã).
O baterista Matti Koskiala me informou que o samba chegou a Helsinki na bagagem de funcionários de multinacionais finlandesas. “Trabalhando lá no Brasil, eles se apegam ao samba, ao churrasco, à caipirinha. E quando voltam para cá, querem manter estes hábitos”, diz o músico. (vou escrever mais sobre ele numa futura postagem)

Febre de samba
Em fevereiro de 1976 Matti Koskiala (à esq.) veio pela primeira vez ao Brasil, com o cineasta Erkki Nuorala. Fizeram um documentário sobre o Carnaval do Rio de Janeiro para a TV estatal da Finlândia. Estava plantada a semente.
Hoje há a Associação das Escolas de Samba da Finlândia (Suomen Sambakoulujen Litto ry), reunindo 13 escolas espalhadas pelo país. São integradas exclusivamente por finlandeses. Os sambas-enredo são compostos por eles próprios, e cantados na língua local.
A Sambakoulu (escola de samba) mais antiga da Finlândia tem 33 anos. Nasceu em 1976 com o nome de Escola de Samba de Helsinki. Em 1989 fundiu-se a uma outra escola e passou a chamar-se Império do Papagaio. É presidida atualmente por sua fundadora Hannelle Lappaneva. Além do excelente site (http://www.papagaio.fi/) a escola edita anualmente a revista Sambista.

Carnaval na Catedral
O desfile das escolas de samba é feito diante da Catedral Luterana de Helsinki.
A campeã do Carnaval 2009 foi a Escola de Samba Carioca, fundada em 1986 na cidade de Turkku – suas cores são azul e branco.
A segunda colocada foi a Império do Papagaio, que tem as cores vermelho, amarelo e verde (à dir., passistas da Império).
Em 3º lugar ficou a União da Roseira, criada em 1987 na cidade de Tampere com as cores prata, rosa e branco.
A 4ª colocada Escola de Samba El Gambo, foi fundada em 1998 na cidade de Kokkola.
Outras escolas de samba fortes na Finlândia são: Samba Tropical, fundada em 2003 na cidade de Senäjoki, e a Escola de Samba Maracanã, criada em 1981 na cidade de Lahiti com as cores preto, amarelo e prata.

Ouçam dois exemplos de samba-enredo finlandês. O CD me foi gentilmente cedido por Matti Koskiala.
Escola de Samba Carioca - 2004













Império do Papagaio - 2004














Foto: Ramona Lindberg


A galera lota as escadarias da Catedral Luterana de Helsinki para apreciar as beldades finlandesas