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| André Egydio e ministro Márcio França |
David da Silva
O
Ministério do Empreendedorismo rejeitou a proposta da Secretaria de Tecnologia
de Taboão da Serra para realizar “um grande evento” com artesãos e
microempresários. O plano foi levado a Brasília em novembro último, e recusado
no início deste ano.
Em
06.nov.2025, o secretário municipal André Egydio postou nas redes sociais que “hoje
tenho a alegria de compartilhar uma grande conquista: garantimos mais de R$ 1
milhão em recursos junto ao Ministério do Empreendedorismo”.
O
informe foi disseminado como se a verba já tivesse sido liberada. “ ‘É uma
vitória histórica para Taboão. A nossa cidade passa a ser reconhecida no país
como um polo de inovação’, celebra o prefeito Engenheiro Daniel”, publicou um
site da região em 24.nov.2025.
Segundo
o plano de trabalho apresentado por Egydio ao ministro Márcio França, a feira
previa a participação de 70 artesãos locais, microempreendedores e microempresários.
A
ideia era captar R$ 1.010.000,00 do Governo Federal.
Protocolado em 1º de novembro do ano passado, em 08.jan.2026 o projeto foi “rejeitado nos termos da Nota Técnica SEI nº 956/2025/MEMP”, diz o parecer assinado pelo coordenador de registro empresarial Andrew Milton Noleto de Souza, do Ministério do Empreendedorismo.


3 comentários:
André Egídio não tem nenhuma base para ocupar o cargo que tem no governo eng Daniel
Portanto não esperamos grandes coisas dai ok
"Não conte com o ovo dentro da galinha", o dito popular, significa que a pessoa não pode confiar naquilo que foi prometido como se fosse uma certeza, pois algo pode dar errado ...
Isso lembra o fato que Taboão tem a ''Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativa'', que demonstra um pouco a falta de noção dos conceitos que estruturam as várias áreas do estado. A cultura não prescinde da economia ou da ''indústria criativa'' (mas essa prescinde da primeira). O que é ''indústria criativa''? É tudo e não é nada, uma empresa de produção de games é indústria criativa, mas seria mais ligado a ciência e tecnologia. Assim como é criativa a indústria de cinema (que nem existe no Taboão) ou a do carnaval que seja ''otimizado'' pela televisão ou agora pelo meio da internet. Seria uma indústria criativa no campo cultural em larga escala (apesar de controversa, o que seria cultural, um filme do Porta dos Fundos ou um do Machado de Assis?). A cultura ''base'' é algo muito mais imaterial (no sentido de bens de produção mensuráveis) e transcende o tempo, diferente de uma tecnologia, por exemplo, da locomotiva.
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