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| Reprodução: TV Globo | SPTV |
Em
audiência de custódia nesta 5ª-feira (19), Marco Roberto da Silva, 48 anos, preso
na manhã de ontem por dirigir veículo com identificação adulterada, foi posto
em liberdade por volta do meio-dia, e vai ficar com medidas restritivas durante
o andamento do processo.
No
interrogatório na Delegacia de Águas da Prata (SP) na 4ª-feira (18), acompanhado
de um advogado de defesa Marco Roberto afirmou que as placas falsificadas como
se fossem da presidência da Câmara de Embu das Artes, foram instaladas dentro
do pátio da Prefeitura de Taboão da Serra, onde é chefe de gabinete do
prefeito. Alegou que “não sabia se as placas falsas foram colocadas por
brincadeira ou por maldade”.
Disse
ainda que, apesar de ter visto colocarem as placas falsas no seu carro
particular, “acabou se esquecendo de retirá-las porque está fazendo uso de
remédios fortes tanto para doenças físicas como psíquicas”.
Momentos
antes, ele contou uma história diferente aos policiais rodoviários que o
prenderam próximo à divisa de Minas Gerais com o Estado de São Paulo.
Conhecido
no meio político de Taboão e Embu como “o Pastor”, Marco Roberto disse no
instante da abordagem que obteve a placa falsa de “Poder Legislativo” de Embu
das Artes na própria Prefeitura de Embu. E que foi ele mesmo quem providenciou
o emplacamento.
“O
Pastor” ainda argumentou com os agentes que “como exerce cargo de secretário na
Prefeitura de Taboão, é comum o uso dessas placas para desfrutar de livre
circulação no trânsito”.
Por
falsificar a identificação do veículo, Marco Roberto pode ser condenado de 4 a
8 anos de reclusão, além das consequências por ter fugido da Polícia Rodoviária
quando recebeu a ordem de parada.
Além
de chefe de gabinete do prefeito Daniel Bogalho, Roberto é pastor da Igreja
Casa da Bênção.
O
juiz determinou que ele fique recolhido em sua casa no período das 23h até as
6h da manhã.
E
o proibiu de entrar em bares.

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