![]() |
| Aprígio (esq) em teleaudiência com a Justiça |
David da Silva
A
Polícia Civil afirma que esgotou “todos os meios investigativos e não foi possível
identificar” os mandantes do atentado contra o ex-prefeito de Taboão da Serra
José Aprígio. O crime, classificado como farsa, ocorreu em 18.out.2024.
O
primeiro inquérito policial foi encerrado em fevereiro/2025, qualificando a
ocorrência como falso atentado com fins eleitorais.
O
Ministério Público determinou a abertura de um segundo inquérito para apurar os
mandantes.
Em
21.jan.2026, esse segundo inquérito foi concluído, com a Delegacia de Polícia
de Taboão da Serra afirmando que os autores do plano não foram identificados.
Em
teleaudiência, o ex-prefeito disse que “não gostaria de acreditar que partiu do
meu grupo político [o ataque a tiros], mas a gente… tudo é possível”.
Dos
seis tiros disparados por um fuzil AK-47 de fabricação russa, um atingiu
Aprígio no ombro esquerdo.
“Isso
acabou com a minha vida. Eu fiquei muito medroso. Não saio mais de casa e vivo
à base de remédios”, disse ele, acompanhado na videoconferência pelo seu
advogado Allan Mohamed Hassan.
O
Ministério Público exige novos laudos da perícia, e pediu a quebra dos sigilos
bancário e telefônico dos sete investigados — inclusive de Aprigio, que
atualmente está com 74 anos.

2 comentários:
Pizza!!!!
Taboão sendo Taboão, ou Brasil sendo Brasil Né..🤷
Postar um comentário