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| Foto: Divulgação |
Funcionários
públicos municipais de Taboão da Serra fizeram manifestação na frente da
prefeitura nesta 4ª-feira (21) contra a qualidade da cesta básica, e pela volta
do cartão alimentação.
Em
vídeo encaminhado ao blog na última 2ª-feira (19), uma servidora denunciou que
o pacote de arroz contido na cesta veio infestado de larvas do inseto Sitophilus
oryzae.
A
reportagem apurou nas plataformas de defesa do consumidor que há várias denúncias da presença desse inseto na marca do arroz entregue aos servidores
públicos pela gestão Daniel Bogalho.
As
reclamações colhidas pelo blog são de datas distintas e localidades distantes.
Em
30.jun.2026, o SIPROEM (Sindicato dos Professores das Escolas Públicas
Municipais) entrou com mandado de segurança coletivo contra a substituição do
cartão alimentação pela cesta básica.
Para
o movimento Funcionalismo em Luta, o fim do cartão alimentação tirou dos
servidores a opção de adquirir os produtos adequados aos hábitos, e até
necessidades, alimentares de cada pessoa.
Arroz
bichado
Em
fevereiro deste ano, uma moradora de Pindamonhangaba (SP) registrou queixa
contra essa marca de arroz.
No
dia 4 de setembro, reclamação idêntica partiu de Embu das Artes (SP). “Recebi
um pacote de arroz da marca Grão Máximo na cesta básica fornecida pelo meu
trabalho, Prefeitura de Embu das Artes, no mês de agosto de 2026. Ao abrir a
embalagem e separar o produto para o preparo, encontrei diversos
carunchos/insetos no meio dos grãos, conforme demonstram as fotos que estou
anexando”. A funcionária deu informações detalhadas como data de fabricação,
validade e lote do produto. A empresa distribuidora e a prefeitura não se
pronunciaram.
No
ano passado, uma pessoa do Rio de Janeiro relatou que a mãe dela comprou arroz
e feijão da mesma marca, e “ambos vieram cheios de larvas”.
Em
25.maio.2025, morador da capital paulista contou que “ao abrir a embalagem do
arroz Grão Máximo, foi impossível consumir pois contém várias larvas e insetos
vivos. Entrei em contato com o serviço de atendimento ao consumidor para
solicitar a troca da mercadoria. A funcionária disse que eu deveria informar
onde comprei o arroz, mesmo eu dizendo que veio dentro de uma cesta básica”.
O blog apurou que denúncias contra essa marca são antigas. Exatamente dois anos atrás, em 23.out.2024, um morador do município de Mauá, na Grande São Paulo, reclamou da presença de insetos no alimento. Informou o número do lote do produto, e mesmo assim a empresa está há 24 meses sem dar resposta.
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| Denúncias com datas e localidades diversas |

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